Confira o podcast que traz dicas e informações sobre o uso do etanol

O podcast é uma das mídias que mais cresce no país. De acordo com a revista EXAME, o Brasil é o terceiro país que mais consome podcast no mundo, ficando atrás apenas da Suécia e Irlanda. Seguindo essa tendência de comunicação, o Sindicato da Indústria da Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool-PB)  lançou o podcast “Completa com Etanol” na plataforma Spotify. 

Com episódios curtos e informativos, o Completa com Etanol ressalta os benefícios de abastecer com o biocombustível tanto para o consumidor quanto para o motor do veículo.

O Sindalcool-PB também destaca que, além de reduzir as emissões poluentes em 90% (em comparação a combustíveis fósseis), o etanol prolonga a vida do motor e é uma ótima opção para quem quer “esticar” a vida útil do carro. 

O podcast Completa com Etanol abre o microfone direto da indústria, é uma conversa direta com quem precisa economizar e manter o seu veículo por longo prazo. É informação para gerar prosperidade e inclusão”, diz o presidente-executivo do Sindalcool-PB, Edmundo Barbosa. 

Novos temas são lançados semanalmente na mídia. Além de ficarem disponíveis na plataforma de aúdio, os episódios também são exibidos em alguns programas da Rádio Correio do Vale e , em Pedras de Fogo, devido a uma parceria do Sindalcool-PB. 

Serviço: Podcast Completa com Etanol
Atualização: semanal

Spotify: https://open.spotify.com/show/3U1efZ0kjjzWbQAe3YdzBr?si=yffr9L3tRuOVOrU5daPRsA&utm_source=whatsapp

Instagram: @completacometanol

Infraestrutura para carregamento de veículo elétrico custa cerca de 1 bilhão e traz custos onerosos para consumidor

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Infraestrutura para carregamento de veículo elétrico custa cerca de 1 bilhão e traz custos onerosos para consumidor

Os carros flex a combustão emitem menos dióxido de carbono (CO2) do que veículos elétricos com bateria. A eletrificação dos veículos pode ser feita a partir do etanol.

A movimentação sobre a necessidade da descarbonização do setor automotivo lança luz para a “solução” apresentada pelos carros elétricos movidos a baterias. Segundo o Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool na Paraíba (Sindalcool-PB), no Brasil, a infraestrutura para atender esse tipo de demanda sairia em torno de 1 bilhão de reais, fora os custos onerosos que seriam repassados para o consumidor. 

Um estudo realizado pelo químico industrial e especialista em petróleo e gás Marcelo Gauto aponta que se toda a frota brasileira fosse de automóveis elétricos, seriam necessários 124.538 6Wh/ano de energia para abastecer esses veículos. Em 2020, a usina hidrelétrica de Itapu gerou 76.382 GWh.

“O Brasil não tem essa energia para abastecer os carros elétricos. Fora isso, quanto custa, de fato, a energia e adicionais criados por situações em que o sistema elétrico nacional favorece o ressarcimento de investimento e manda a conta aos consumidores?”, questiona o presidente-executivo do Sindalcool-PB, Edmundo Barbosa.  

Alguns estados do Nordeste estão concedendo a isenção do IPVA para os veículos elétricos como o Audi E-tron que, de acordo com a tabela FIPE, custa em torno de quase R$ 800 mil reais. Na Paraíba, essa redução não acontece. Segundo o Sindalcool-PB, esse tipo de iniciativa prejudica os empregos no Brasil e favorece a concentração econômica.

O Sindalcool-PB ainda esclarece que a eficiência energética para os  motoristas e a descarbonização do setor automotivo podem ser  alcançadas com o uso de etanol, sem uso de tomadas e sem essa imensa infraestrutura que ainda precisaria ser implementada. 

Os carros flex a combustão emitem menos dióxido de carbono (CO2) do que veículos elétricos com bateria. A eletrificação dos veículos pode ser feita a partir do etanol. Os veículos híbridos, por exemplo, são exemplos de automóveis que usam combustível líquido como energia para mover o motor. Para se ter uma ideia, um veículo elétrico a bateria, usando a matriz energética do Brasil, emite 65 gramas. O veículo flex com etanol emite 46 gramas com etanol. Já o híbrido com etanol, emite 29 gramas. 

Outro ponto a ser considerado é a demora e as constantes paradas para abastecimento do veículo. Para realizar uma simples viagem, alguns modelos, como o e-tron da Audi, fariam um carregamento a cada 185 Km com duração de 25 minutos para preencher apenas 25% da bateria. Os proprietários de veículos elétricos devem conviver por muitos anos com as dificuldades de, a cada viagem, fazer sucessivas paradas com a incerteza da disponibilidade de energia elétrica.  

“O etanol é exemplo da economia circular na prática, aproveita todos resíduos no processo de produção, responde por 48% do abastecimento nacional, representa um milhão de empregos no Brasil. O propósito é reduzir o custo ao consumidor  e tornar a mobilidade mais sustentável. Em breve, vamos ter veículos elétricos abastecidos com etanol através do aproveitamento do hidrogênio contido no etanol”, destacou Edmundo Barbosa.

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Ar poluído causa morte de milhares de pessoas ao redor do mundo

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Ar poluído causa morte de milhares de pessoas ao redor do mundo

A presidente da Sociedade Paraibana de Tisiologia e Pneumologia, doutora Maria Enedina Scuarcialupi, apresenta um cenário preocupante da realidade enfrentada na era pós-industrial: sete milhões de pessoas morrem por ano, no mundo, pelo fato de respirarem ar poluído.

Este dado foi apresentado em 2019, pelo relator especial, ao Conselho de Direitos Humanos das Organizações das Nações Unidas (ONU). A poluição atmosférica, oriunda em grande parte da queima de combustíveis fósseis (gasolina, diesel), provoca e favorece o surgimento de doenças respiratórias e prejudica a qualidade de vida dos seres humanos.

Como explica a doutora Maria Enedina, é preciso investir em alternativas sustentáveis e renováveis para substituir os combustíveis fósseis. Neste caso, o etanol ajudaria a melhorar este cenário.

“O etanol, realmente, tem uma melhor qualidade do que os combustíveis fósseis porque durante a sua queima há apenas uma pequena produção de material particulado que vai para o ar. O ideal seria que tentássemos caminhar  fortemente na direção da substituição de combustíveis fósseis pelo biocombustível. Precisamos avançar e evoluir na produção do etanol e superar as dificuldades que alguns lugares ainda têm nesse processo”.

Entre os benefícios ambientais e para a saúde, o uso frequente do biocombustível também contribui para a longevidade dos automóveis, pois suas propriedades solventes ajudam a manter limpos os bicos injetores do motor flex.

“Além de escolher usar um biocombustível, você está favorecendo a sustentabilidade, a renovação em relação ao meio ambiente e ainda ajuda a melhorar a qualidade do ar. Então, você tem duas situações: eu não estou provocando um dano ao meio ambiente para produzir o biocombustível e, também, quando eu for utilizá-lo, ele vai produzir mais benefícios em relação ao ar e ao meio ambiente. O biocombustível é uma alternativa e o Brasil pode se tornar uma potência nisso”, finaliza a presidente da Sociedade Paraibana de Tisiologia e Pneumologia.

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Veículo com célula de combustível abastecido com etanol é alternativa ao carro elétrico convencional

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Veículo com célula de combustível abastecido com etanol é alternativa ao carro elétrico convencional

O etanol é um biocombustível renovável, sustentável e limpo. Essa tecnologia, genuinamente brasileira, está sendo aprimorada para se obter hidrogênio dentro do motor do veículo e gerar energia elétrica capaz de movimentá-lo com autonomia sem uma bateria de lítio. Isso é possível por meio da utilização de Célula de Combustível por Óxido Sólido (SOFC), que funciona à base de etanol.

A tecnologia da célula de combustível abastecida com etanol já é utilizada há muito tempo em estacionários, como geradores de energia elétrica. O desafio agora está sendo adaptá-la para ser usada em veículos comerciais, como caminhões e carros de passeio.

A célula de combustível abastecida com etanol é uma alternativa ao carro elétrico convencional (que usa um pacote de baterias extremamente caras e produzidas com metais não renováveis encontrados em poucos países) e é mais viável em relação à tecnologia da Membrana de Troca de Prótons (PEM), que é alimentada por hidrogênio super puro.

A tecnologia PEM apresenta desvantagens. Para o abastecimento dos carros com célula PEM, ainda seria necessário a criação de toda uma rede de postos de abastecimento, o que não seria preciso para a tecnologia SOFC, pois no Brasil já existe uma ampla rede de abastecimento do etanol. Além disso, a forma gasosa do hidrogênio, utilizada para o abastecimento dos veículos, é altamente inflamável, o que requer mais cuidados para o seu translado e manuseio nos postos de combustível. Fora os caríssimos tanques de tungstênio de alta pressão que teriam que ser utilizados para seu armazenamento.

Com as células de combustível abastecidas com etanol, a tecnologia fica mais segura e comercial. “O etanol é uma excelente forma de transporte do hidrogênio porque não exige altas pressões, além de apresentar grande densidade energética. O fato de já existir distribuição do etanol no Brasil todo é uma vantagem competitiva a nosso favor para o desenvolvimento da mobilidade sem emissões poluentes”, explica o presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool na Paraíba (Sindalcool-PB), Edmundo Barbosa.

A fabricante japonesa Nissan trabalha a tecnologia da célula de combustível abastecida com etanol. Em 2016, a empresa desenvolveu um protótipo de um mini forgão SOFC. As pesquisas da Nissan têm avançado e os resultados são muito satisfatórios. Um veículo com a tecnologia SOFC pode ter autonomia de 600 km com 30 litros de etanol.

Para desenvolver a tecnologia SOFC, a Nissan firmou uma parceria com o Laboratório de Genômica e Bioenergia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares da USP. O professor do Instituto de Biologia da Unicamp e coordenador do Laboratório de Genômica e Bioenergia, Gonçalo Pereira, destaca que o Brasil deve assumir esse desafio tecnológico.

“O Brasil, como nação, tem que assumir esse desafio se quiser se tornar um país desenvolvido. Precisamos desenvolver esforços junto com os produtores de etanol, com os fabricantes de veículos e as universidades brasileiras para que a gente consiga, no mais curto espaço de tempo possível, continuar o desenvolvimento da tecnologia SOFC que a Nissan tem trabalhado”, disse Gonçalo.

O pesquisador também pontuou como essa tecnologia da célula de combustível abastecida com etanol seria um avanço em relação ao carro elétrico convencional. “Com a tecnologia SOFC, não é preciso bateria. Podemos tornar o etanol a bateria do carro, pois o etanol é uma espécie de “cacho de hidrogênio”, em que os hidrogênios estão conectados em uma cadeia carbônica pequena, de dois carbonos, mas essa ligação tem uma coisa maravilhosa que faz com que ele seja líquido, então fica mais fácil de armazenar e transportar”, afirmou. De olho num futuro que prega a descarbonização das economias mundiais, o Brasil pode despontar com um exportador da tecnologia da célula de combustível abastecida com etanol para uso veicular se tiver financiamento e apoio necessário.

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Abastecer com etanol previne contra a carbonização do motor

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Abastecer com etanol previne contra a carbonização do motor

A carbonização dos motores de veículos é um processo que ocorre devido aos resíduos acumulados no conjunto de peças internas do motor. Esse fenômeno pode acontecer por diversos fatores, mas o uso de combustíveis fósseis – gasolina/diesel – é o que mais causa o problema. Mesmo a gasolina não adulterada deixa uma borra no motor devido ao seu processo de combustão incompleto.

Quando o motor começa a ficar carbonizado, o veículo vai perdendo rendimento, aumenta o consumo de combustível e pode até acontecer o superaquecimento do motor. O etanol é um ótimo aliado para evitar esse tipo de problema.

“Na carbonização, fica no motor uma espécie de parede viscosa, com óleo grudado, isso na realidade é sujeira. Em um veículo em que o motorista faz uso constante do etanol, a gente não vê esse motor carbonizado ou prejudicado”, diz Rodrigo Cavalcante, proprietário de uma oficina mecânica  em João Pessoa que é especializada na descarbonização de motores.

Isso acontece porque o etanol é um biocombustível que funciona como uma espécie de “detergente” que mantém as câmaras de combustão mais limpas. O uso de etanol é, inclusive, frequentemente recomendado pelos mecânicos para limpar os resquícios de sujeira.

“O ideal seria que a pessoa utilizasse sempre o etanol. Ou então, abastecer com dois tanques de álcool a cada um de gasolina”, indica Rodrigo. O especialista também revelou que a mão de obra para o procedimento de descarbonização custa em média R$ 1.500,00, a depender do veículo. As peças necessárias para o serviço podem representar uma despesa equivalente.

O processo de carbonização do motor também pode acontecer pela falta de manutenção do automóvel.

Além de evitar a carbonização do motor, o etanol tem benefícios para o meio ambiente, para a longevidade dos motores e o preço mais em conta.Para saber mais dados e informações sobre o biocombustível, o perfil @completacometanol também está disponível para acompanhar e compartilhar as informações do etanol.

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Etanol ajuda a melhorar desempenho e potência do veículo

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Etanol ajuda a melhorar desempenho e potência do veículo

Algumas pessoas ainda não sabem que o etanol tem maior octanagem do que a gasolina. Isso significa que o etanol é um combustível com maior pressão dentro da câmara de combustão do motor.

A consequência dessa propriedade é que, como o etanol é mais resistente ao aumento da pressão e da temperatura (sem detonar), possibilita que os motores flex operem com taxas de compressão maiores, o que faz aumentar a potência e desempenho dos veículos.

No próprio manual dos carros com motores flex os proprietários podem observar as diferenças de potência de acordo com o combustível. Com etanol, a potência é sempre um pouco maior. A mistura de etanol à gasolina acontece, inclusive, para aumentar a octanagem. Neste caso, o etanol funciona como um antidetonante.

Mesmo a gasolina de alta octanagem (gasolina premium) não oferece a mesma potência que o etanol. O melhor resultado para o etanol se dá pela estratégia usada na construção dos motores flex. Os modelos mais recentes da geração flex operam com taxa de compressão alta e com o sistema turbo, o que favorece a utilização do etanol com mais oxigênio para a combustão.

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